Maturidade e Fruto

Trabalhando por temas para cada mês no ano, o desafio deste agosto é: Maturidade e fruto. O texto sagrado nos desafia a sermos frutíferos todo o tempo, principalmente na maturidade. Esta expressão no contexto bíblico não fala de velhice, mas da busca de crescimento. “A vereda do justo é como a luz da Aurora, que vai brilhando mais e mais até chegar a ser dia perfeito”. (Pv.4.18). O Fruto identifica uma árvore, e Jesus afirma isso:

“Pelos seus frutos os conhecereis” (Mateus 7.16)

Porém, o fruto não é uma prerrogativa dela mesma, porque tem muitas árvores infrutíferas, logo o fruto é consequência de três coisas: de sua espécie, de sua alimentação e da boa poda que recebe!

Por espécie, lembramos que precisamos nascer de novo para entrar no Reino dos céus. Precisamos ser enxertados na Videira verdadeira para darmos fruto agora segundo esta espécie onde fomos enxertados. Afora disto, nós, oliveiras bravas, daremos fruto sem valor algum, segundo a metáfora que O Senhor Jesus propos. O salmo 80 fala de uma videira que deveria dar frutos doces e aprazíveis, mas que deu fruto ruim – foi cortada fora do tempo.

Por sua alimentação, nós lembramos que só a árvore não poderá jamais frutificar se ela não estiver com as raízes em terreno fértil, cheio de nutrientes e com água suficiente para sua nutrição. Este lugar a habitar, de ser plantado é junto às águas do Espírito. O Salmo primeiro nos da sustentação para esta declaração.

E por último, a poda. Talvez a parte mais difícil, porque depois de darmos alguns frutos, temos a impressão de que foi nosso valor e nossa força que fizeram alguma coisa acontecer e alguns frutos virem à existência. De repente, lá vem o agricultor, cortando os galhos que mais amávamos, os mais antigos, os mais longos! Os mais importantes na nossa avaliação! Que loucura! É o que a vida faz conosco, as provas, as lutas, os relacionamentos e aí vemos Deus trabalhando e nos mudando, dando formato que vem mais do facão do agricultor do que do crescimento da árvore! Como dói! Mas como é importante!

Depois disso podemos contar que o fruto vai ser aprazível, não a nós, mas ao agricultor e a quem Ele quiser premiar com os frutos que Ele mesmo cultiva em nós: o fruto do Espírito é amor: alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade,mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei.” (Gálatas 5:22,23).

Seja maduro  – seja frutífero.

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