Independência sem Morte?

As igrejas brasileiras se movimentaram em oração jejuam na semana do 7 de Setembro, pelo nosso Brasil. Ainda dá tempo, pois o desafio é orar sem cessar, de tirar 5 minutos e clamar a Deus por nossa nação. “Feliz é a nação cujo Deus é o Senhor”. E o senhor nos diz: “Se o meu povo que se chama pelo meu nome se humilhar e orar e buscar a minha face e se converter de seu mau caminho, então eu ouvirei do céu, perdoarei o seu pecado e sararei a sua terra” (2Cr.7.14)

O slogan de nossa nação tem uma frase equivocada: Independência ou morte! No sentido histórico fez sentido, para dizer que nossos antepassados estavam dispostos a morrer se não ficassem independentes da coroa portuguesa.

O Equívoco é que na vida espiritual, não há independência sem morte. Após a morte, de nossas vontades, de nossas inclinações para a carne, da obra da carne que brota de nós, de nosso orgulho e vaidade, de nossa insegurança que gera agressão e solidão, de nossa prepotência que nos fez desde muito antes da dependência política de Portugal, estávamos dependentes do pecado e amarrados para sempre a esta maldição.

Jesus disse a Nicodemos: “é necessário nascer de novo”.  Era um homem religioso, portanto ele não falava de uma nova religião. Era um homem educado portanto a saída não seria pela educação. Aquele homem queria independência e Jesus lhe diz que  ela não existe antes de estarmos crucificados com nossas paixões e pecados. Ele nos substituiu na cruz. Ele nos representou ali. Nossa morte é simbólica, mas profundamente real. Nossa morte foi substitutiva como era quando o cordeiro morria sacrificado pelo pecador no Antigo Testamento. Jesus foi o Cordeiro perfeito. Ele morre e nós podemos viver independentes.

Nosso espírito já nasceu de novo quando recebemos Jesus como Senhor e Salvador, mas algumas partes de nossa alma ainda precisam ser conquistadas. Em Cristo, toda independência foi paga, mas longe, nos rincões de nosso território emocional, alguns vícios continuam, algumas velhas histórias se repetem. Esta é a obra que o Espírito Santo quer continuar em nós.  Oremos por nosso  país, por uma independência da corrupção, das negociatas, das mentiras, dos vícios sociais e familiares, da religiosidade que permite o erro e o engano às massas que não conhecem o Senhor Jesus. Neste caso, devemos continuar gritando: Independência ou morte! mas oremos por uma independência para cada um de nós. Neste caso, tome consciência: primeiro a morte, o novo nascimento, depois a independência.

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